As pessoas falam, as paredes ouvem, as pedras da calçada gritam os seus segredos guardados a sete chaves. Os teus actos desmentem tuas palavras, e palavras essas, são levadas pelo vento e dispersas são no ar. Promessas escritas na areia não se concretizam e o mar apaga. Desiludida sim, pois acreditei nas tuas palavras, ouvi o teu pranto, as tuas declarações. Mas mover uma palha? Nunca. Eu existo, naqueles momentos em que não te lembras de mim, eu continuo a existir, respirar e sentir. Achas que gosto de me sentir á parte do teu viver? Não gosto de ver a tua vida passar-me á frente como se de um filme se tratasse. Eu tentei entrar nesse teu mundo fechado, mas tu fazes-me sentir a mais. Ainda me condenas com o olhar cada vez que me vês viver a vida que eu escolhi sem ti? Tem piada sem dúvida. Queres que eu fique no intervalo entre a tua vida e a minha? Pois bem, já não é possível. Lamento dize-lo, pois foste uma das melhores coisas da minha vida, mas não corro mais atrás de ti. E digo até, se vieres, esquecerei que existes e serei feliz á mesma. Se é longe que me queres, longe me terás. Tu escolheste quem queres guardar no teu casulo. Decisão tua.

1 comentário :

  1. fica assim: '3&autoplay'. caso surja mais alguma dúvida, contacte-me ^^
    minha pestaninhas, és linda.

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