Quando o frio é mais forte que as canecas de chocolate quente e as luvas de lã, eu sinto medo. Medo de olhar para o lado e não te encontrar em nenhum cantinho do meu Mundo disposto a aquecer-me o coração. Quando o desconhecido me faz caminhar de cabeça baixa e me põe o estômago às voltas, eu lembro-me de ti, de que estarás sempre lá, e que eu nunca vou ficar sozinha. Quando traço planos, em folhas amaçadas de um caderno de Sociologia, traço-os ao teu encontro. Quando me falam em festividades mais ou menos formais, eu vejo-me contigo ao lado a sorrir. E quando por alguma razão, mais ou menos fútil, eu sinto que o Mundo me vai cair sobre os ombros e eu não vou ter força suficiente para o suportar, lembro-me do amor que nos une, e atiro com ele de novo para o seu lugar, podendo assim continuar a correr e saltar.

Quando tropeço nas pedras que estão no caminho até ti, eu sorrio, e guardo-as na mochila. Como diz o outro, um dia, com elas vamos construir o nosso castelo.

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