Uma criança deitou-se muito encolhida na sua cama. Agarrava o seu peluche com força. E chorava. Horas passaram-se entre choros e soluços. E não largava seu peluche. Porque nele estava um pouco do muito que lhe faltava. E a noite passou, e as lágrimas ficaram. Chorava de saudades enquanto morria por dentro. Pois não entendia como poderia suportar tal dor, e porque sabia também que essa dor era eterna. E sabes, mais uma vez, essa criança era eu.

9 comentários :

  1. 1º- lembrei-me do prolongamento de testa;
    2º- até gostei do facto de me voltares a chamar canoazinha;
    3º- estás muito fofinha nesta fotografia, até pareces inofensiva;
    4º- espero que não me troques por nenhum bicho(a) xb;
    5º- quem te admira mais sou eu (pela tua extrema estupidez).

    ResponderEliminar
  2. és tão parva que até dói. tratas-me sempre mal, até te devias cansar. ainda tens fôlego para mais insultos ? xD
    o prolongamento de testa já não nos vai voltar a fazer companhia. agora só se for em pensamento. deixa lá, vamos ser parceiras em sociologia e psicologia. vou chatear-te muito, como não faço há muito tempo.
    eu é que sou uma criatura inofensiva, oh parvalhona. (não penses que isto é um insulto) :D
    és facilmente fácil de aturar, foi por isso que eu voltei para você.

    ResponderEliminar
  3. é por estares sempre a dizer que tens de me aturar. assim fico triste contigo, bruxa maléfica.

    ResponderEliminar
  4. a seguir ao João. se for assim já acredito :b

    ResponderEliminar
  5. no que toca aos defeitos, tu destacas-te :D

    ResponderEliminar

Thank you for taking your time. Comments always make me happy.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...