Foi a medo que voltei a pedir o que tantas vezes me negaste.
Como uma criança pequena que sai da sua cama, levando o peluche meio a rastos, que espreita a medo á porta do quarto dos pais. E entra de mansinho, pé ante pé, para encontrar o conforto em seus braços e dormir aconchegada.
Foi assim como uma criança pequena que voltei a insinuar (pois tinha medo de pedir novamente) o que há muito me negas, e que um dia prometi não voltar a pedir. Mas o coração falou mais alto, as saudades tomaram conta de mim, e quebrei a promessa ao manifestar novamente esse desejo. E como sempre acontece desde há alguns meses, recebi um grande, redondo e rechonchudo NÃO!

Há meses que ando a mendigar por isto!
(se neste momento me estas a chamar egoísta, bem, talvez o seja mesmo, lamento, mas se egoísmo é isto, não creio que esse egoísmo possa mudar. Se por outro lado, Etas novamente com aquela historia do “Eu não te faço feliz”, não é verdade, tu construíste uma felicidade há minha volta que nunca ruirá, mas sabes, faltam os acabamentos.

Isto é o cúmulo:
Primeira mensagem:
Nos somos namorados, podemos pedir e dizer tudo um ao outro. Se queres que faça eu faço.
Segunda mensagem (uns dois minutos depois): Desculpa mas hoje estou muito cansado. Amanhã faço!

De todas as vezes que me respondeste com um não a este pedido, esse “não” vinha acompanhado por um “amanha…”. Mas esse amanhã de que tanto falas, nunca chegou. Porque tu estás sempre cansado. Só não estás cansado para jogar futebol e sair á noite!

Pronto já disse, sinto-me leve agora!

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